quarta-feira, 13 de abril de 2016

Vertente


É em mim que te vertes
Em mim que acabas
Sou a foz do teu prazer
Onde desaguam as tuas águas
Sou fim de linha
Estação terminal
Da vontade que te inventei
Sou partida e chegada
Origem e destino
É em mim que viajas
Em mim que te transportas
A minha boca que te vê chegar
O meu corpo que te sente navegar
A minha mente que fazes voar

terça-feira, 12 de abril de 2016

Adoro...




... sentar no colo dele assim...

Poetando






Aquele corpo que nunca chega
Aquele corpo que vicia
O gosto que se entranha
O cheio que provoca
A voz que hipnotiza
O olhar que convence
As mãos que são milagres
Aquela presença que se quer mais
Aquela existência que é universo
Num só momento e paraliza
Num só instante e realiza
Todo um sonho que se repete
Todo um desejo que nunca cessa
Aquele toque que sossega uma vida
Aquele toque que desassossega uma vida
Que num fechar de olhos faz ver por inteiro
Que num sopro morno faz sentir o paraíso
Que na presença faz tremer, humedecer
Aquele corpo
O
Corpo

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Muito felizes

Lesbianismo assumido...
                                comemorar como se não houver amanhã. 

domingo, 10 de abril de 2016

Manhã de domingo



Nossa excitação, momentos calorosos
Onde sinto teu sexo que arde em delírio
Nestes momentos nossos, tão fogosos
Somos a tentação de um doce martírio

Sinto a dureza com que me ofereces
E como penetras minha gruta ardente
Gosto de ti ofegante, quando me aqueces
E me deixas desorientada e tão carente
Tão docemente nós nos entregamos
Entre delírios de pura excitação
No nosso silêncio nós sussurramos
Até ao pico de uma mútua explosão
.............

sábado, 9 de abril de 2016

Loucuras matinais

Despertamos na loucura entre beijos melados
 
Acordei do sonho, tinha você entre minhas coxas
Conduzias-me ao prazer  do teu corpo louco
Em ritmados desejos entre nossos embaraços
Os nossos corpos já quentes perto da erupção
Onde dizemos coisas excitantes, tudo é pouco
Mas no final, nosso orgasmo, causou a explosão.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Na chácara




Encostaram-se à rede do viveiro das aves e ali mesmo, desenvergonhadamente, isto porque a tesão falou mais alto, fizeram sexo ao mais alto nível, na rede. Começaram no sexo vaginal, mas acabaram no  anal,  preferido pelos dois. As avezinhas assustaram-se e fugiram dali. Ela, louca de prazer sufocava os gemidos para ninguém  perceber. Ele, metia e  olhava-a com um olhar ternurento. Até que explodiram os dois.  Foi uma rapidinha bem gostosa, contaram depois.